Pelas estatísticas, provavelmente uma mulher na sua empresa já sofreu algum tipo de violência. O problema é grande demais para ser tratado apenas como uma questão de políticas públicas ou restrito somente à esfera pessoal.

A conexão entre empresas e esse tema ainda não é tão óbvia para as lideranças do setor privado, mas se faz urgente com o aumento de casos de feminicídio e violência doméstica. Muitas vezes, o trabalho é o único lugar onde uma mulher em situação de violência ainda tem algum grau de segurança e autonomia.

Nesse Agosto Lilás, sua empresa pode assumir um compromisso público no enfrentamento à violência de gênero e celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha. Oferecemos uma Palestra de Agosto Lilás especial para a sua equipe. Além disso, reunimos as principais ações que podemos implementar na sua empresa a longo prazo e cases para inspirar o próximo passo do seu negócio com o apoio da Think Eva.

Protocolo de enfrentamento

Toda empresa deveria ter um protocolo de enfrentamento à violência contra a mulher. Um documento que reúna orientações claras sobre o que deve ser feito, seja pela vítima ou por quem a acolhe, qual é a orientação correta e quais serviços e caminhos estão disponíveis. Cada cultura organizacional é um universo em si e as orientações, sensibilizações e treinamentos precisam ser adequados ao seu contexto. Conte com a Think Eva para todas as etapas: de análises, planejamento e revisões até a atualização das políticas internas, a estruturação do protocolo, treinamentos e campanhas para uma cultura preventiva e ativa.

Ações
contínuas

  • Capacitar equipes para identificar e saber como agir em caso de violência de gênero.
  • Promover campanhas internas de conscientização e grupos de diálogo.
  • Criar protocolos com fluxos de ação claros e seguros para denúncias e suporte à vítima.
  • Divulgar canais de apoio existentes, como ouvidorias ou suporte psicológico.
  • Assumir compromissos públicos e internos contra a violência de gênero.
Na prática

Natura

Como ajudar consultoras a romper o ciclo de violência doméstica?

Criamos um programa digital via WhatsApp para que elas entendam o que são relações saudáveis e quais ferramentas podem ajudá-las a sair de contextos de violência. O resultado foi maior conscientização, construção de uma rede de apoio e conhecimento de ferramentas práticas.

Norsul

Como uma empresa de navegação, marcada pela prática militar e masculina, pode se tornar mais segura e livre de assédio?

Realizamos um diagnóstico profundo da cultura organizacional da Norsul e como isso se relaciona ao assédio no dia a dia – seja nas embarcações ou no escritório. Revisamos canais de denúncia e políticas internas e criamos treinamentos personalizados que envolveram desde a operação até o C-Level.

Globo

Como falar de violência contra mulheres em 30 segundos?

O Grupo Globo nos procurou, juntamente com outras organizações, para falar sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres em 30 segundos. Juntos, criamos a campanha Nosso Papel, exibida em rede nacional e assistida por milhões de pessoas ao redor do país. Para além do vídeo, o tema está sendo discutido nos programas de entretenimento e de jornalismo.

Ambev

Como tornar o carnaval de rua mais seguro?

Lançamos a campanha “Festa Boa é Sem Assédio” e treinamos os ambulantes para serem pontos de apoio e acolhimento para mulheres em situação de risco. Além da conscientização coletiva, a iniciativa promoveu uma rede de apoio e maior segurança às mulheres.

Magalu

Como uma das maiores varejistas do Brasil constrói um ambiente de trabalho sem assédio?

Com um amplo diagnóstico e um plano de ação, foi possível implementar canais de denúncia e protocolos sólidos. O projeto incluiu treinamentos massivos para lideranças e RH. Hoje, o Magalu tem uma cultura ativa e preventiva, sendo uma das maiores referências corporativas no enfrentamento ao assédio e violência de gênero.

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